
“Levantou Noé em altar ao Senhor...”(Gen. 8:20); “E Abraão mudando as suas tendas... e levantou ali um altar ao Senhor”(Gen.13:18) ; “Então (Isaque) levantou ali um altar e tendo invocado o nome do Senhor, armou a sua tenda”.(Gen. 26:25); “... e a pedra que erigi (Jacó) por coluna, será a casa de Deus” (Gen. 28:22).
O que é o altar da família? Por que os pais de hoje não levantam com pedras os seus altares? Qual é o altar dos lares nos nossos dias?
“Os pais em geral abandonaram completamente a ideia de procurar fundamentos religiosos. A princípio tinham, provavelmente, uma espécie de vago idealismo a respeito do que deveria ser ensinado aos filhos. Lembravam-se de alguns ensinamentos religiosos recebidos na infância e achavam que algo dessas coisas deveria ser transmitido às crianças de hoje, mas nem isso estavam em condições de fazer, pela simples razão de não terem nada para dar... Nossa maneira moderna de viver e nossa moderna falta de religião baniu-a dos nossos lares” em Guarda das Fontes, Peter Marshall.
Qual a razão de tanta degradação e maldade? Nós culpamos o modernismo. Antigamente tudo era mais fácil, não se corria tanto. Esta é a desculpa dos crentes. Abramos a Bíblia em Deuteronômio 6.4-10: Se os pais crentes tivessem atentado para as Escrituras não teríamos esta geração frustrada e rebelde de hoje.
Quando Cristo disse que somos “o sal da terra”, naturalmente Ele já previa o mundo moderno de hoje. Ora, sal é preservação. E você já sabe o que é preservar. Então somos responsáveis pela rebelião do mundo atual? Claro. E esta preservação deveria ter começado nos lares.
“Não há progresso quando o tom moral é mais baixo do que antes. Não há progresso quando a pureza não é tão doce. Não há progresso quando a feminilidade perdeu a sua fragrância.Qualquer que seja o nome que se lê, não é progresso!”(Peter Marshall)
Se os lares cristãos tivessem se conscientizado desta realidade e procurassem se preservar da corrupção mundana, por certo teríamos uma nação mais feliz, mais próspera e mais abençoada. “Feliz a nação cujo Deus é o Senhor”(Sl.33.12). “A família é a célula mater da sociedade” disse o extraordinário Rui Barbosa. Se Cristo fosse o Senhor dos lares, provavelmente. Ele o seria da nação inteira. Infelizmente, o senhorio de Cristo não é mais confirmado nem nos lares dos crentes. A Bíblia diz: “Por que me chamais Senhor, Senhor, e não fazeis o que vos mando?” (Lucas 6.46). Continue a leitura. Não são assim os lares de agora? Casas edificadas sobre a areia.
Você já parou para pensar no senhorio de Cristo? Senhor é dono. Cristo é o dono do seu lar ou Ele é apenas o Régio Hóspede? Se Ele é o Senhor, por que você não faz a Sua vontade? Está tudo errado hoje em dia... Nós cantamos: “Jesus Cristo é o Senhor”, no entanto, nossos lares são um fracasso.
Que espécie de altar vem a ser este? Os patriarcas o erigiram com pedras. Pedro disse que somos “pedras vivas” não só na construção do altar da família mas, muito mais, no edifício de Cristo que é a sua Igreja. Vamos ler I Pedro 2.5. A igreja começa no lar, é uma continuidade do lar, você sabia? Na igreja, você é apenas uma pedra que ajuda a levantar a construção do corpo de Cristo que é o cabeça.
Uma das coisas de suma importância no altar da família é o testemunho dos pais, principalmente do chefe. Isto não quer dizer, porém, que você, mulher, deve deixar de viver os princípios bíblicos e evangélicos. Você é a ajudadora idônea. Resumindo, o desafio do século vinte à mulher é que as mães devem ter experiência com Deus... uma realidade que elas possam transmitir aos filhos”(Peter Marshall).
O segundo degrau do altar é o culto doméstico. Voltemos à Deuteronômio 6.7, que diz: “Tu as inculcarás a teus filhos...”. O que é inculcar? É apontar, citar, demonstrar, dar a entender, repisar, fazer penetrar (algo) no espírito, à força de a repetir, indicar, propor, aconselhar, recomendar com elogio, dar-se, oferecer-se, apresentar-se, impor-se como vantajoso, mostrar-se como bom, insinuar-se.
O pai é que deve assumir a liderança nos cultos dos lares. Você pode ajudá-lo. Mas se o seu marido é descrente, você tem que assumir. Melhor fazer só com os filhos. Lembre-se de Eunice. (Atos 16.1-5; II Tim.1.3-5; II Tim. 3.4-17)
A terceira camada do altar é a frequência à Igreja. Só? “Só um lugar permaneceu onde ela, a fé, pode ser obtida e este lugar é a Escola Dominical, mas para muitos, não está mais na moda frequentar a Escola Dominical” (Peter Marshall). Os pais se desculpam que chegam cansados, querem dormir e não vão à Igreja. Por outro lado, há pais crentes que só são assíduos quando têm cargos. Leia Hebreus 10.25; Salmo 26.8; Salmo 27.4 e Salmo 84.
Finalmente, a última parte do altar: o trabalho cristão. O que tem acontecido hoje é o oposto. Os crentes colocam seus serviços como base da vida cristã. É por isso que o altar da família anda todo desmoronado! Colocam no alicerce aquilo que deveriam colocar no topo.
Conheço pessoas que adoecem quando seus cargos são passados a outro. Quem ama com Agape não fica assim desesperado, nem se sente “figueira infrutífera”. Na realidade, cargos não são frutos. Frutos são almas que os crentes ganham. Ninguém chora no dia 31 de dezembro porque não ganhou uma alma pra Cristo, mas são capazes de chorar na hora da posse porque não lhe sobrou um cargo pro ano que entra. Tem gente que até sai da igreja.
Está na hora de consertar o altar. Vamos recordar: o alicerce é o testemunho dos pais, depois vem o culto doméstico, depois a freqüência à igreja e finalmente, o serviço cristão. Querida irmã, o que é que você vai colocar sobre o altar? Sua casa bonita? Seus filhos? Seus cargos? Ou a sua língua pecaminosa?
“Ali edificarás um altar ao Senhor teu Deus, altar de pedras...” Deuteronômio 27.5 “...ao vencedor...lhe darei uma pedrinha branca e sobre esta pedrinha um novo nome...”Apocalipse 2.17b. Assim seja!
Por Izabel de Alcântara Guimarães
Geralmente toda criança gosta de ir à igreja. Até parece cumprir nela o que o salmista expressa: “Alegrei-me quando me disseram; vamos à casa do Senhor”. E tudo o que se dá na nossa infância é marcante. A igreja, o pastor, professores e até os cânticos são arquivados no cérebro como depósitos a serem usufruídos posteriormente. Então, surge a grande responsabilidade da igreja no sentido de conservar a criança, fazendo dela um grande potencial para os dias vindouros.
Mas, cabe aos pais, mais do que a ninguém, a grande incumbência de transmitir aos filhos o plano salvador e ao mesmo tempo implantar neles o crescimento cristão. Há pais que ignoram este ministério deixando o assunto por conta da igreja. Outros julgam que seus filhos já são salvos, apenas pelo fato de terem nascido num lar cristão. E há os que tentam impedir que eles façam a sua decisão.
A responsabilidade dos pais se divide em duas etapas:
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Na evangelização - Segundo II Tim. 3.14-17, os pais são os maiores responsáveis e a salvação não é hereditária de acordo com Ezequiel 18.1-4 e 20-22 e João 1.12. Os filhos são muito importantes para a igreja. Os professores da Escola Dominical têm se esforçado para oferecer-lhes o melhor. Todavia, isso não tira a responsabilidade dos pais. Quantos cristãos anelam por ganhar almas, contudo se esquecem que, dentro do próprio lar está sua seara.
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No crescimento espiritual – Depois de salva, a criança necessita de alimento para crescer, conforme II Pedro 3.18. E como transmitir? Pelo exemplo (II Timóteo 1.5) e pela Palavra (Deuteronômio 6.9).
Moisés recebeu no período da infância o suficiente para fazer dele um grande homem de Deus. O palácio, as riquezas, as honras do Egito não sufocaram a lei de Deus que seus pais lhe inculcaram no coração. O mesmo se deu com Samuel, Sansão e outros. O lar foi a primeira escola preparatória. A vida cristã começa no lar, na segunda-feira e não no domingo de manhã. A igreja é apenas a reunião dos lares. Se estes forem consagrados, a Igreja será operosa e frutificante.
Eis alguns recortes do famoso sermão do pastor americano Peter Marshall, “Guarda das Fontes”, dedicado às mães cristãs:
“Se o lar falhar, a nação está condenada; a queda da família determinará a bancarrota do país... A escola não está fazendo nenhuma tentativa para ensinar os princípios de Cristo. A Igreja sozinha não poderá fazê-lo. Esses princípios não poderão nunca ser ensinado a uma criança se sua própria mãe não os conhecer e praticar todos os dias. Se a mãe não tiver, ela mesma, uma vida de oração, é um gesto absolutamente inútil fazer seu filho dizer suas orações cada noite. Se a mãe nunca entra numa igreja, é esforço fútil enviar o seu filho à Escola Dominical.Se a mãe costuma pregar mentiras sociais, será difícil ensinar o filho a dizer a verdade. Se a mãe costuma dizer coisas cortantes a respeito de seus vizinhos ou a respeito dos outros membros da igreja, será difícil para seus filhos aprenderem o significado da bondade”.
Que os pais se despertem e se conscientizem de tão grande responsabilidade! Que haja uma tomada de posição! Evangelizemos e discipulemos as nossas crianças! Pais e igreja. Igreja e lares. Bíblia. Mais Bíblia. Adicionando despertamento, consagração e preparo. Resultado: crianças, fortes potenciais para o futuro. Esta é a expressão numérica que a matemática divina quer inserir.
Por Izabel Alcântara Guimarães

Geralmente ela não passa de uma figura desapercebida. Trabalha no silêncio e no anonimato permanece. Por quê? Qual o motivo de sua desvalorização?
Conheço várias educadoras religiosas. Umas se casaram com pastores; outras fizeram cursos superiores e exercem profissões seculares; há as que permaneceram solteiras e trabalham em diversos departamentos da igreja, esquecendo-se de sua missão principal, porque julgam que o trabalho de educação é de menos importância, especialmente em se tratando do departamento infanto-juvenil. Como estão enganadas!
Quero chamar a atenção às minhas colegas de trabalho. Onde está você? Sim, você que teve a oportunidade de cursar um instituto bíblico ou um seminário. De que lhe valeu o seu curso? Qual o valor de seu diploma? No secularismo, o nosso diploma de Educação Religiosa não é reconhecido. Mas, na obra eclesiástica, ele deveria custar muito. E por que não?
Sabe por que nós, educadoras, somos obscuras? Primeiro, porque não lutamos pela classe. As que se casam com pastores julgam que devem ser pastoras também. E daí, começam a co-pastorear a igreja do marido, liderando uma ‘igrejinha’ dentro da igreja local que se chama união feminina ou de senhoras. As que ficam solteiras, começam a exercer outros cursos e acabam como preletoras. Outras estão ‘pastoreando’ sozinhas uma igreja no interior ou uma congregação na capital. E ainda, há as que se casaram com pastores e são obrigadas a trabalhar fora para ajudarem no sustento da família. E daí, lá se foi a sua vocação de educadora... Que lástima!
Em segundo lugar, nós, educadoras, somos obscuras porque não estamos reconhecendo o nosso papel e a nossa credencial. Fazemos uma confusão e não sabemos o que somos: obreiras, missionárias, evangelistas ou pastoras? A educadora pode ser obreira, missionária e evangelista. Todavia, ela não foi credenciada ainda para ser pastora, a não ser que faça um curso teológico. Por enquanto, o nosso curso é de Educação Religiosa. Se você fez este curso, então diga: “Eu sou uma educadora religiosa”. Isso independentemente de ser casada com pastor ou estar solteira.
Finalmente, nós somos obscuras porque estamos ‘dormindo no ponto’. Ei, acorde! É hora de agir. Se você é educadora e casada com pastor, faça o favor de distinguir estas duas posições. Nenhuma educadora é obrigada a ser esposa de pastor e nenhuma esposa de pastor é obrigada a ser educadora religiosa. Certo?Você é educadora porque recebeu uma vocação da parte de Deus para sê-la. “...e Ele concedeu uns para mestres”. É você, educadora, esta mestra! Sabia? Foi Deus que a escolheu para tal. Portanto, houve este chamado. Mesmo que a igreja local ou a denominação não reconheçam, mesmo que não tenha remuneração, seja uma educadora, seja mestra!
E você, que está solteira? Olhe bem o seu chamado específico. Seja uma educadora na sua igreja local. Lute por esta posição. Há muitas leigas fazendo aquilo que você deveria estar fazendo com maior eficiência porque tem um curso, um diploma, uma credencial. Não cruze os braços.
A Educação religiosa numa igreja local é de suma importância. Depois do serviço pastoral é o departamento mais importante da igreja. E como tem sido negligenciado! As escolas dominicais estão perdendo seu objetivo, não passam de uma rotina cansativa. As crianças vão perdendo o
interesse pela igreja desde cedo. Estas coisas acontecem porque a educação religiosa deixa em muito a desejar. Estamos negligenciando sua obra que poderia mudar os destinos da igreja e da denominação.
Jesus, o Mestre dos mestres, quer despertar você, minha amiga, minha irmã e colega de trabalho. Vamos ensinar. Vamos educar. “O que ensina, esmere-se no fazê-lo” (Romanos 12.7) Vamos nos esmerar. Vamos nos aperfeiçoar. Vamos trabalhar!
Por Izabel de Alcântara Guimarães
UMA MULHER DE ORAÇÃO
Oração. Este é o tema desta compilação de textos escritos por uma mulher que conhecia o assunto muito bem; não só de teoria, mas na prática.
Por muitos anos, todos os dias ela tirava algumas horas à tarde para orar. Nós, suas filhas, já sabíamos que não podíamos perturbá-la. Aquele momento era sagrado, reservado para um encontro com Deus.
Ela possuía uma lista de pedidos. Alguns eram trocados a cada semana: enfermos, pessoas com problemas emocionais, financeiros que lhe pediam orações ou deixavam os pedidos nos cultos. Outros ficavam permanentes na lista, como seu marido, suas quatro filhas, seus irmãos, sobrinhos, filhos na fé, amigos mais chegados que irmãos.
O exemplo e a inspiração para esse momento a sós com Deus foram tirados da vida de seu avô Antônio Damião. Ele era professor e durante o recreio dos alunos entrava para a sala da diretoria a fim de orar. E assim o encontraram um dia em que o horário terminou e ele não retornou para a sala de aula. Após arrombarem a porta ele estava lá, imóvel, de joelhos - havia partido para se encontrar pessoalmente com Deus!
Minha mãe sempre nos contou esta parte da história do vovô Damião dizendo que ele sempre pedia a benção de Deus para sua família até a quarta geração. Um dia minha mãe disse que alguém da família precisava continuar esse ministério e que era isso o que fazia todas as tardes.
Sinto-me abençoada duplamente por essas orações. Meus filhos são a quarta geração das bençãos que o vovô Damião (na verdade é meu bisavô) pediu. Minha mãe igualmente orava para que o Senhor estendesse a benção até a sua quarta geração ou até os meus bisnetos. Sentimos que as mãos de Deus estão sobre nós, várias gerações - são muitos pastores, missionários, líderes cristãos e dezenas de levitas, que servem no templo com a música. E a história precisa continuar...
Desde que mamãe partiu para o Pai tenho guardado seus originais e na medida do possível, publicado seus textos. Encontrei alguns que me tocaram especialmente, pois falam da oração.
Eles nos conclamam, mediante embasamento teológico, a trilharmos por este caminho de fé – o caminho da oração. Citam exemplos de grandes servos de Deus, homens e mulheres, que desafiaram as leis da natureza e dos homens e foram visivelmente abençoados.
São estes textos que temos a alegria de compartilhar com vocês. Deixemos que Cristo fale aos nossos corações por intermédio da análise dessa serva fiel, que hoje conversa pessoalmente com o Pai Celestial, sentada, como Maria, aos Seus pés. (Quézia Alcântara)
São palavras de Ana. O que ela mais queria era um filho. E Ana conseguiu através da oração. No entanto, o filho que ela pediu ao Senhor, lhe foi devolvido. Que lições podemos obter?
1º - Ana não pediu algo para seu próprio deleite
2° - Ela orou pelo filho, antes dele nascer
3° - E cumpriu o que prometera
4° - Samuel ouviu a voz do Senhor no tempo certo. Ana soube confiar e esperar
Para nós:
1° - Nossos filhos pertencem primeiro ao Senhor.
2° - As mães devem orar pelos filhos mesmo antes do seu nascimento e continuar enquanto for vivo e ela viver. Não há tempo limitado.
3° - Devemos ensinar as verdades bíblicas aos filhos e não teorias e filosofias humanas.
4° - Se o Senhor chamá-lo para Sua obra, não podemos impedir.
Irmã, você tem imitado Ana? Tem orado por seus filhos?
Tem os preparado para servir ao Senhor? Pense nisso!
Por Izabel de Alcântara Guimarães

Quézia , a segunda filha, e Izabel, 1982
A MULHER QUE ORA EDIFICA A SUA CASA
A oração deve constituir o alicerce na construção de um lar. Cristo é Rocha principal que deve merecer destaque neste alicerce. E sobre esse fundamento outras pedras deverão se encaixar, formando o lar cristão. O lar que é construído na base da oração é o lar onde existe as seguintes pedras:
1-Força – A oração é a força mais poderosa da terra. Mais poderosa do que a bomba atômica, acredita? A mulher que ora enche o seu lar da força poderosa de Cristo, a rocha.
2- Prosperidade – Quando se pratica a oração no lar, as riquezas aumentam. Na verdade, Deus se interessa em enriquecer o lar cristão, principalmente das bênçãos espirituais. A mulher que ora entesoura riquezas e mais riquezas, jóias incalculáveis para seu lar tão precioso. O amor é riqueza caríssima. Com ele vem a esperança, a fé - que vale mais que o ouro- e outras preciosidades.
3- Sucesso – Quem é que não gosta de obter sucesso na vida? Todos nós gostamos. Como admiramos os artistas! E pensamos que são bem sucedidos em sua carreira. Ser dona de casa é uma arte. Cozinhar é uma arte. Costurar é uma arte. Muitas vezes nos julgamos apagadas porque não somos famosas, o público não nos aplaude. Todavia, há um público, um palco e uma platéia: nossa vida é um palco, nossos filhos a platéia, o marido nosso empresário. Sobretudo, Jesus, a nossa inspiração. Sejamos bem sucedidas na nossa arte de viver – e bem viver – no lar! Isso só acontece quando oramos.
4- União - “A família que ora unida, permanece unida”, diz o adágio. E é uma realidade. Nossos lares estão desunidos. Há o que chamados de “conflito de gerações”. A juventude contra os adultos e vice-versa. A televisão tem influenciado muito o comportamento de nossos filhos. O relacionamento está ficando cada vez mais difícil. Filhos não entendem os pais, criticam-nos: pais não conversam, não há diálogo. E como resultado, os jovens se afastam e buscam nas drogas, no sexo, no fumo, uma fuga. Irmã, ore. Ore pelos seus filhos. E Cristo há de mantê-los unidos.
5- Vitória – “Esta é a vitória que vence o mundo, a nossa fé” diz João, o apóstolo do amor. Você quer vencer? Ore. Orando nós adquirimos fé. Creio que os vencedores, ao receber seus prêmios, suas taças e troféus se enchem de júbilo. É um momento extasiante o da vitória. Deus nos promete vitória. Seus prêmios serão imperecíveis e jamais se desfarão. Taças de ouro estão reservadas nos céus para os vencedores e lindas coroas de brilhantes. Vamos orar, irmã, vamos vencer, vamos aguardar nossos prêmios!
Talvez esteja faltando uma pedra na sua construção. Verifique e procure adquiri-la o quanto antes. Se uma delas faltar, cuidado, a casa cai! “Se o Senhor não edificar a casa, em vão trabalham os que a edificam”, Sl.127:1. Jesus é a pedra angular, a principal Rocha de esquina e fora d'Ele não há nenhuma construção que resista. Busquemo-Lo através da oração.
Por Izabel de Alcântara Guimarães
ELIAS – UM HOMEM DE ORAÇÃO E AÇÃO
Elias foi um poderoso profeta de Israel. Seu nome significa “Jeová é o meu Deus”. Nada sabemos de seu passado e de sua chamada. Era habitante de Gileade e provalvemente era estrangeiro, “tisbita” segundo I Reis 17. Seu trabalho mais árduo foi diante do rei Acabe e da perversa rainha Jezabel. Mas, quem foi Elias?
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Um crente de fé –I Reis 17:1-24
Sem fé é impossível realizar qualquer trabalho eficiente. Fé é a certeza e convicção. “Ora, a fé é o firme fundamento das coisas que se esperam, e a prova das coisas que se não vêem.”(Hebreus11:1). Elias lançou mão deste fundamento e viveu por ele. Seu sustento, sua provisão diária, seu rumo, seu caminho, suas palavras na hora cera e no tempo certo dependeu de uma vida de fé. Quer vencer? Tenha fé. Consulte: Hb.10:38 / I João 5:4 / Mt. 6: 25, 33,34 / Fil. 4: 6-7.
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Um crente de luta – I Reis 18: 1-19
Diz-se que “sem lutas não há vitórias” e é uma realidade. Quantas então Elias enfrentou? Vamos ver? Primeiro, no capítulo anterior, teve que lutar contra a fome – preocupação do dia a dia. Depois, teve que ficar retido numa cova e receber alimento através de Obadias, um servente do rei. Também lutou contra a falta de fé de Obadias e finalmente contra o ataque do rei, sendo até chamado de o perturbador de Israel.
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Um crente de coragem – I Reis 18: 20-46
Quanta coragem Elias demonstrou naquele desafio junto aos adoradores de Baal! Sua vida estava em jogo. Mas ele não temeu. Realmente Elias se expôs ao perigo, no entanto, o fez porque sua fé era intensa. Ele orou: “Responde-me, SENHOR, responde-me, para que este povo conheça que tu és o SENHOR Deus, e que tu fizeste voltar o seu coração. Então caiu fogo do SENHOR, e consumiu o holocausto, e a lenha, e as pedras, e o pó, e ainda lambeu a água que estava no rego”.Verifique o que Paulo diz em 2 Timóteo 1:7 - “Porque Deus não nos deu o espírito de temor, mas de fortaleza, e de amor, e de moderação”. Covardia é sinônimo de timidez e o antônimo de poder e coragem.
Crente de fé, crente de luta e crente de coragem. Exemplos que Elias deixou para nosso ensino. Acima de tudo, porém, foi um homem de oração, “e a mão do SENHOR estava sobre Elias”(1 Reis 18:46).
Por Izabel de Alcântara Guimarães
O PRIMEIRO DEGRAU QUE MOVIMENTA QUALQUER TRABALHO FEMININO
É a oração. Não qualquer oração, mas aquela feita em nome de Jesus. Por que o nome de Jesus é tão poderoso e importante na oração? “Pelo que também Deus o exaltou sobremaneira e lhe deu o nome que está acima de todo o nome, para que ao nome de Jesus se dobre todo joelho, nos céus, na terra e debaixo da terra, e toda língua confesse que Jesus Cristo é Senhor, para glória de Deus Pai. Esse versículo está em Filipenses 2:9-11. Outro trecho da Bíblia que fala a respeito do valor do nome de Jesus é: “E tudo o que pedirdes em meu nome, isso farei, a fim de que o Pai seja glorificado no Filho. Se me pedirdes alguma cousa em meu nome, eu farei”em João 14:13.
Esse nome representa autoridade e também poder. No nome dele todo joelho vai se dobrar e toda língua confessar que Ele é Senhor. Isso é autoridade. Certa ocasião os discípulos disseram: Senhor, os próprios demônios se nos submetem pelo teu nome! Foi uma grande coisa para os discípulos o fato de expulsarem demônios em o nome de Jesus. Os demônios não temem muitos e grandes nomes deste mundo, mas se submetem aos discípulos em o nome do Senhor Jesus. Mais tarde o Senhor lhes explicou por que os demônios se sujeitaram a eles em nome de Jesus: “Eis que vos dei autoridade...sobre todo o poder do inimigo”.
Por que necessitamos de fazer o trabalho em nome do Senhor? Cristo não age diretamente e não fala diretamente com o mundo. Ele fala através da Igreja na terra. Também ele não opera milagres diretamente: realiza-os por meio da Igreja. E é por isso que entrega o seu nome à Igreja, para que com o nome de Jesus e em o nome de Jesus, faça a obra e a vontade de Deus aqui na terra.
Que responsabilidade a nossa, não é mesmo? É muito mais fácil a gente se responsabilizar pelo que a gente faz... agora pelo que outros fazem.... Hoje, toda a obra de Deus é responsabilidade da Igreja. Aquilo que a Igreja faz hoje é o próprio Senhor Jesus que está fazendo.
Vemos que aqui está um nome que é tanto autoridade como poder, dado para uso da Igreja, dos servos do Senhor. A Igreja, os discípulos de Deus devem usá-lo com sobriedade e responsabilidade.
Este é verdadeiramente a mais alta confiança no mundo inteiro. Deus pode confiar o nome do seu Filho a você e a mim e permitir que nós o usemos como se fosse nosso próprio nome. Esta confiança é excessivamente grande e importante! Que possamos compreender isso e pedir sabedoria divina para usar este nome para glória de Deus, crendo que Ele possui todo poder!
Por Izabel de Alcântara Guimarães

