
Professora de EBD
Palmeiras de Goiás, Sobradinho, Rio Verde,
Campinas em Goiânia
Desde a adolescência na ICE de Palmeiras de Goiás, após ler as Revistas Vida Cristã de sua irmã, Beth, entregou-se a Deus para fazer sua obra no Reino.
Começou como professora na EBD naquela cidade pequena de interior. Teve experiências incríveis como conselheira dos Juvenis e adolescentes naquela igreja, onde criou diversas atividades sociais, como teatro. Muitos se converteram naquela época e contam em livros sobre essa fase tao especial: a Dra. Dorca Guimarães (educadora religiosa, esposa de pastor, e atualmente psicóloga) relatou sua experiência como mentoriada no seu primeiro livro: "Fragmentos da Minha Vida" . Também o pastor Wilson Gonçalves de Sousa, igualmente escritor) relatou a influência e importância da professora Isa, em seu livro "Deixada para trás", sobre a vida de sua esposa, Joaquina e o encontro do casal.
O lema de Tia Isa que a motivava a fazer a evangelização de crianças foi o versículo que diz "não é da vontade de vosso Pai Celeste que pereça um só destes pequeninos" Mateus 18.4 .
Auxiliadora na evangelização ao ar livre
Em São José dos Campos juntamente com o esposo, a educadora Isa realizou trabalho com crianças durante os cultos ao ar livre, em bairros periféricos de São José dos Campos. Após juntarem as pessoas em praças, ou em frente a casa de algum voluntário, ela contava histórias bíblicas, munida de um flanelógrafo, cânticos visuais. Este trabalho já era fácil para o casal, porque durante o curso no SBG, fizeram muitas vezes esta atividade. Ela atuou no bairro Jaiara, em Anápolis, também nos campos de Uruaçu, Firminópolis e São Luis dos Montes Belos, cidades do interior de Goiás
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Classe de Boas Novas
Sobradinho, Rio Verde e Goiânia
Durante o tempo que passou em São Paulo, Izabel conheceu o trabalho da Aliança Pró-Evangelização das Crianças (APEC), e na época se integrou ao time de professores cristãos que dava aulas religiosas nas escola públicas paulistas. Após ter concluído o curso de treinamento da APEC em Brasília, por volta de 1975 com as professoras Oralice Lima e Tereza Nava, a educadora Izabel, conhecida como Tia Isa, passou a realizar Classes de Boas Novas com vizinhos. Em todos os lugares que morou abriu uma dessas classes para falar da Salvação para crianças. Em Goiânia realizou uma Classe de Boas Novas na casa de Creuza, na Vila Olinda, com 28 alunos. A última classe que fez, no setor Oeste, foi no playground do prédio de Fátima, uma irmã da ICE de Campinas.
Coordenação do Depto. Infanto-Juvenil
ICE de Campinas, em Goiânia

Quando seu esposo, Hamilton F. Guimarães assumiu o pastorado desta igreja, ela se prontificou a criar o Departamento Infanto-Juvenil, do qual foi a primeira coordenadora.
Até então, as classes de crianças e juniores eram organizadas pelo próprio superintendente da EBD.
Depois, assumiu uma classe com alunos da idade pré-escolar. Ela sabia tanto liderar, quando ser liderada. Amava o que fazia. Iniciava o preparo das lições e recursos visuais na segunda-feira, ou seja, praticamente uma semana antes de ministrar a aula. E não importava se fosse para crianças, jovens, senhoras.Sempre primou por dar o melhor de si. Citava sempre Jeremias 48.10: "maldito quem fizer a obra do Senhor relaxadamente".

Escritora
Livros, artigos, poemas, contos e crônicas
Percorreu durante seus 43 anos de vida todos esses gêneros literários. Decidiu por volta dos anos 1980 que usaria seu dom de escrever para a glória de Deus.
Assim, quando morava em Rio Verde, ela decidiu queimar originais de romances seculares que estava escrevendo.
A partir desta decisão começou a ter inspiração, creio que, vinda do Alto, para os artigos, lições de revistas de EBD, romances e novelas evangélica, que inclusive, conseguiu publicar.
Seus poemas surgiram em momentos de enlevo, oração, desde os anos 1960.
"Deus me fez poet-ISA" disse Isa ao final de um dos seus poemas.
Já seus livros eram assinados com seu nome de registro: Izabel de Alcântara Guimarães. Exceção para a novela evangélica No Covil das Raposinhas, que saiu com o nome Isabel com "s". Não se sabe se foi proposital, mas durante sua vida, externou algumas vezes não gostar do seu nome ser escrito com a letra "z". Em cadernos de aulas no SBG ela assinou diversas vezes: Isabel Pereira de Alcântara, nome de solteira. Em sua última obra, pode ser que tenha resolvido mudar seu nome artístico e utilizar a letra "s" em Isabel.



